Após reunião, Henrique conhece prazos para adutora de Currais Novos




Ao participar de reunião na Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), nesta segunda-feira (21), o deputado federal Henrique Alves, candidato do PMDB ao Governo do Estado, recebeu a informação de que o início das obras para implantação da adutora de engate rápido em Currais Novos pode ser anunciado dentro de 20 dias.

Henrique agradeceu a presteza das diretorias da Caern e do Dnocs, que participaram da reunião e trabalham em conjunto no sentido de agilizar a obra. Ele informou que o novo projeto, com o orçamento final, será entregue no dia 29 de julho ao Ministério da Integração Nacional. “É importante saber o valor dos custos para assegurar os recursos”, comentou, adiantando que vai conversar sobre o assunto com o ministro Francisco Teixeira nesta terça-feira (22), em Brasília.

Segundo o diretor do Dnocs, Walter Gomes, o novo projeto estará pronto até a próxima semana. “Com esse projeto concluído, vamos começar a fazer contatos com as empresas que vão trabalhar na obra. Acredito que nos próximos 20 dias podemos informar quando os trabalhos serão iniciados”, detalhou.

O novo projeto, que deixa a obra mais viável, rápida e econômica será uma adutora paralela a atual adutora que abastece os municípios da serra de Santana. A água será captada na barragem Armando Ribeiro Gonçalves e transportada, sem tratamento, até Currais Novos onde já existe uma estação de tratamento da Caern no açude Dourados.

O projeto anterior, apesar da extensão menor, previa reforço e ajustes nas estações de captação, tratamento e elevatórias da atual adutora da Serra de Santana e demandaria mais tempo e custos para execução da obra, além de interrupções no abastecimento dos demais municípios durante a execução das obras. Com a captação feita diretamente na barragem Armando Ribeiro Gonçalves, a extensão da adutora, em relação ao projeto inicial, vai dobrar de 40 para 77 quilômetros.

Os recursos para a obra, inicialmente da ordem de R$ 27 milhões, são do orçamento próprio da Defesa Civil Nacional, com possibilidade assegurada pelo governo de complementação com verbas do Orçamento Geral da União.